terça-feira, 2 de outubro de 2012

Primeiro Beijo = Primeira confusão em família.


A descoberta do beijo
O primeiro beijo, claro que me lembro, já fazem 15 anos.
Quando se tem uma amiga da sua idade e ela tem um irmão mais velho o resultado é enganar a novinha.
Talvez meio precoce esse primeiro beijo, foi com 10 anos de idade. Eu morava na Rua Maria Jorge, nº 41, Jd Alice, tinha uma vizinha (não citarei nome dos envolvidos) da mesma idade que eu e nossa maior diversão era passar trote para as pessoas, até um belo dia a conta de telefone chegar, a mãe dela quase enfartou.
Andávamos com uma turma de garotos com idade entre 12 e 18 anos, daí sempre soube que minha afinidade maior era com os meninos, sempre dava mais risada com eles, me sentia bem, talvez por não me julgarem esteticamente, porque vamos combinar, eu não era a mais bonita da turma, pra falar a verdade eu era um monstrinho, gorda e cabeçuda, imagina isso. E no meio dos meninos não existia disputa de beleza, ou de quem vestia a roupa mais bonita, então gostava de estar com eles.
Um belo dia na casa da vizinha, o irmão (de 15 anos) dela chega e pergunta
- o que estão fazendo?
- brincando de casinha – respondo eu.
- mas toda casa tem um pai e uma mãe correto?
- é correto.
- então quer ser a mãe e eu o pai?
- a pode ser
-mas pai e mãe se beijam né?
- é.
E foi assim que dei meu primeiro beijo de língua. MUITO ESTRANHO MESMO.
Eu muito inocente contei para meu irmão e ele correu pra contar para minha mãe, fiquei em choque! Foi nesse dia que aconteceu a primeira reunião em família. Minha mãe estava furiosa gritando que era errado e foi nesse dia também que descobri meu poder de contestação. Ela aos gritos me perguntando como tinha sido e eu respondendo só o que queria e questionando o porquê era errado, até hoje ela não soube responder

Mas o que se tira é: irmão mais novo é boca aberta e nem sempre sua mãe (ou qualquer outra pessoa) está certa, falar não por não é ruim, todo não tem que ser esclarecido, tudo tem motivo e se você recebe um não, tem que saber o porquê dele. Fica a dica pra você que aceita tudo de cabeça baixa! Reclame sim, fale sim, desde que tenha argumento suficiente para isso.

Beijos e até a próxima.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

O primeiro contato


Fazem 20 anos exatamente o meu primeiro contato com o sexo oposto, na verdade eu mal sabia o que era, só sabia que eu era menina então tinha que beijar meninos.
Eu estudava em uma creche católica aqui mesmo em São José do Rio Preto, “Santa Luzia”, lembro até da “tia” que eu detestava - Tia Tereza!
Lembro também que tinha uma “tia” que comia alho cru e eu achava aquilo um nojo, mas segundo ela, era para prevenir câncer. E eu ria porque não entendia muito bem, só olhava pra ela e dizia “Credo Tia Magali”.
A melhor lembrança dessa época era o arroz doce servido pós macarrão com salsicha, sinto o gosto na boca só de lembrar.
Dentro da creche tinha uma igreja, tinha missas aos domingos e etc., durante o dia, ela ficava aberta e o mal foi esse, eu descobrir isso.
Um belo dia as “tias” perceberam uma movimentação estranha dentro da igreja, um entra e sai anormal de criança, as mesmas foram procurar saber o que estava acontecendo, quando adentraram elas se depararam com uma garota de 5 anos e uma fila de garotos da mesma idade esperando para dar um selinho nela.
Quem era a garotinha?
Parabéns quem falou Dayane.
Foi o apocalipse né, porque imagina colégio católico, ainda era 1992, por mais que a modernidade estivesse chegando, ainda era muito restrito tudo, tudo muito quadrado. Convocaram a minha mãe para uma reunião, eu não entendi o porquê ter mais de 7 pessoas reunidas para falar sobre isso, porque pra mim era uma brincadeira, gente eu tinha 5 anos.
No final das contas, minha mãe foi “gentilmente” aconselhada a me trocar de creche.
Apanhei tanto, que até hoje lembro, mas também não resolveu muita coisa apanhar, porque eu ainda achava muito legal dar selinhos nos meninos, mas depois que sai da creche, fui direto para o primeiro ano do ensino fundamental (entrei com 6 anos), então na escola tinha as regras chatas que todo mundo conhece, o que me restringiu.
Foi assim que começou a caminhada, daí pra frente galera, rá, espera pra ver, ou melhor, ler!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

É tipo isso.


É pra começar? Vamos lá.
Quem me conhece um pouco vai saber o motivo de eu começar a escrever essa coisa aqui!
Quem não conhece prazer! Sou eu, é eu porra! Dayane de Oliveira Bantin, mas pode chamar de Day, que eu gosto mais.
O que vai rolar aqui? Bom eu tenho 25 anos e já vivi muito o quesito relacionamento, então queria poder dividir algumas experiências e mostrar que todo mundo passa por situações engraçadas, constrangedoras, tristes, felizes entre tantas outras emoções!
Quero contar muita historia engraçada também, afinal minha vida em sua grande maioria é uma grande risada.
Daqui eu quero que se aproveite cada palavra, mesmo que seja pra rir, pra gostar, pra não gostar, pra criticar, pra elogiar.
Só quero compartilhar muitas coisas que vivi e ainda vou viver.
Grandes amores, grandes amizades, grandes frustrações, tropeços, volta por cima.
Quero mostrar que sorrir é sempre melhor e que a vida é feita de altos e baixos.
To dessas da auto ajuda agora comunidade
Divirtam-se