terça-feira, 25 de setembro de 2012

O primeiro contato


Fazem 20 anos exatamente o meu primeiro contato com o sexo oposto, na verdade eu mal sabia o que era, só sabia que eu era menina então tinha que beijar meninos.
Eu estudava em uma creche católica aqui mesmo em São José do Rio Preto, “Santa Luzia”, lembro até da “tia” que eu detestava - Tia Tereza!
Lembro também que tinha uma “tia” que comia alho cru e eu achava aquilo um nojo, mas segundo ela, era para prevenir câncer. E eu ria porque não entendia muito bem, só olhava pra ela e dizia “Credo Tia Magali”.
A melhor lembrança dessa época era o arroz doce servido pós macarrão com salsicha, sinto o gosto na boca só de lembrar.
Dentro da creche tinha uma igreja, tinha missas aos domingos e etc., durante o dia, ela ficava aberta e o mal foi esse, eu descobrir isso.
Um belo dia as “tias” perceberam uma movimentação estranha dentro da igreja, um entra e sai anormal de criança, as mesmas foram procurar saber o que estava acontecendo, quando adentraram elas se depararam com uma garota de 5 anos e uma fila de garotos da mesma idade esperando para dar um selinho nela.
Quem era a garotinha?
Parabéns quem falou Dayane.
Foi o apocalipse né, porque imagina colégio católico, ainda era 1992, por mais que a modernidade estivesse chegando, ainda era muito restrito tudo, tudo muito quadrado. Convocaram a minha mãe para uma reunião, eu não entendi o porquê ter mais de 7 pessoas reunidas para falar sobre isso, porque pra mim era uma brincadeira, gente eu tinha 5 anos.
No final das contas, minha mãe foi “gentilmente” aconselhada a me trocar de creche.
Apanhei tanto, que até hoje lembro, mas também não resolveu muita coisa apanhar, porque eu ainda achava muito legal dar selinhos nos meninos, mas depois que sai da creche, fui direto para o primeiro ano do ensino fundamental (entrei com 6 anos), então na escola tinha as regras chatas que todo mundo conhece, o que me restringiu.
Foi assim que começou a caminhada, daí pra frente galera, rá, espera pra ver, ou melhor, ler!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

É tipo isso.


É pra começar? Vamos lá.
Quem me conhece um pouco vai saber o motivo de eu começar a escrever essa coisa aqui!
Quem não conhece prazer! Sou eu, é eu porra! Dayane de Oliveira Bantin, mas pode chamar de Day, que eu gosto mais.
O que vai rolar aqui? Bom eu tenho 25 anos e já vivi muito o quesito relacionamento, então queria poder dividir algumas experiências e mostrar que todo mundo passa por situações engraçadas, constrangedoras, tristes, felizes entre tantas outras emoções!
Quero contar muita historia engraçada também, afinal minha vida em sua grande maioria é uma grande risada.
Daqui eu quero que se aproveite cada palavra, mesmo que seja pra rir, pra gostar, pra não gostar, pra criticar, pra elogiar.
Só quero compartilhar muitas coisas que vivi e ainda vou viver.
Grandes amores, grandes amizades, grandes frustrações, tropeços, volta por cima.
Quero mostrar que sorrir é sempre melhor e que a vida é feita de altos e baixos.
To dessas da auto ajuda agora comunidade
Divirtam-se